No mês de outubro o Turismo em Debate tratou de um assunto muito pertinente para nós que planejamos a própria viagem e corremos atrás de tudo por conta própria: As informações disponíveis (ou a falta delas) nos sites do trade de turismo e a presença das empresas e governo no mundo digital.

É inadmissível que ainda hoje existam empresas que não tenham sequer um site para divulgação do seu produto e/ou serviço. E falando sobre empresas de turismo, é de se espantar ainda mais!

Pensem comigo, uma empresa de turismo da cidade do Rio de Janeiro, quem são os maiores clientes dessa empresa? Pessoas de fora do Rio de Janeiro, certo? E para as pessoas conseguirem informações sobre tal empresa teriam que ligar, fazer um DDD e gastar com telefone? Isso em pleno século 21, na era digital? Ah, não pode ser!



Do pessoal que participou do debate e acredito que dos viajantes em geral, todos já passaram ou conhecem alguém que passou por dificuldades na hora de obter informação on-line, fazer uma reserva, cotar preços ou até mesmo enfrentou dificuldades na comunicação por e-mail e/ou telefone.

Se a empresa tem um e-mail pra contato, o mínimo que se espera é que a empresa responda esse e-mail quando algum cliente entra em contato, mesmo que seja pra dizer que não possui o serviço ou algo do tipo.

Outra coisa muito questionada, foi a divulgação de valores no site da empresa, ainda não entendi até hoje porque isso é tão difícil. Se é pra ter um site onde eu não consiga obter os valores do produto ou serviço oferecido, então nem coloca o site no ar.




No debate também foi falado sobre a questão das milhas, onde as regras das cias aéreas não são claras como deveriam ser e o resgate às vezes é muito complicado, dando muito trabalho para o cliente.

Depois foi a vez de passarmos para o mundo das redes sociais, onde muitas empresas (de turismo ou não) marcam presença. Mas perae, as empresas devem estar atentas para não achar que as redes sociais servem apenas para a divulgação da marca, é preciso interagir, esclarecer dúvidas e até resolver os problemas de seus clientes.

Lembrem-se que pra uma marca, agir de forma errada em alguma rede social pode ser extremamente desastroso.




Com o grande crescimento do Brasil na área de turismo, principalmente pela Copa 2014 e Olimpíadas 2016, as empresas que já estiverem marcando presença na internet estarão vários passos a frente.

Pegando os Estados Unidos como exemplo, no #MochilaoEUA que fiz em setembro de 2012 afirmo com toda a certeza que 99% das minhas reservas com hospedagens, passagens e passeios foram feitas on-line. O que não foi feito on-line foi porque preferimos deixar pra fazer na hora e não porque não tínhamos a opção. Sei que muitos países também são assim, então já passou da hora das empresas nacionais iniciarem suas vidas on-line.


O debate também não esqueceu de falar da presença governamental nas redes. É importantíssimo que haja sites das prefeituras com informações sobre as cidades, instituições governamentais também devem estar presentes na internet e pontos turísticos de grande procura, que sejam administrados pelo governo também devem disponibilizar suas informações e até permitirem reservas on-line.

Quem vem dando um exemplo muito bom disso, é o próprio Ministério do Turismo, que já está com uma aproximação maior com os blogs de viagem e também mandam muito bem com o @MTurismo no twitter.

turismo na era digital


Se você ja teve algum problema com a falta de informações on-line, dificuldade de comunicação ou então tem um exemplo de uma empresa que tem ótima presença na internet, compartilhe com a gente.

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